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Luiz Castro propõe política de moradia de interesse social

O Governo do Estado investe míseros 0,03% do Orçamento em habitação no Amazonas. A informação foi passada pelo candidato a governador, Luiz Castro (REDE-PSOL) às lideranças do movimento social que ocuparam o auditório da FES, na Ufam, durante debate sobre moradia popular, realizado ontem (28). “Em parcerias com o Governo Federal, instituições internacionais e com os municípios, vamos ampliar os investimentos e começar a reduzir o déficit habitacional”, afirmou Castro, único candidato que compareceu ao debate.

De acordo com o candidato, Manaus possui mais de 200 mil pessoas sem moradia, devido ao descaso dos sucessivos governos de uma mesma corrente política atrasada, que ao longo dos últimos 34 anos dominam o Estado, e não implementaram uma política habitacional que atendesse as necessidades da população menos favorecida, o que resultou num crescimento desordenado da cidade.

“Temos proposta de planejamento habitacional com programas de moradia de interesse social, para a construção de apartamentos populares destinados às família de baixa renda, bem como para a população indígena, respeitando os seus hábitos culturais”, destacou Luiz Castro.

O plano de governo do candidato propõe uma definição criteriosa sobre a ocupação e uso do solo, ampliando especificidades técnicas que facilitem a ocupação sustentável, para viabilizar a habitação de interesse social.

Luiz Castro defende a construção de conjuntos habitacionais em áreas urbanizadas com acesso ao transporte coletivo, às unidades de Saúde, às escolas e ao comércio, para facilitar a vida das pessoas, inclusive para se deslocarem ao seu trabalho sem transtorno. “É um absurdo empurrar as pessoas para conjuntos habitacionais tão distantes, quando se pode planejar moradias em locais acessíveis”, observou o candidato.

Em relação ao Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), Luiz Castro defende a sua continuação na capital e no interior, com as devidas correções das falhas socioambientais do programa, especialmente a inexistência de caixas coletoras e de tratamento de esgoto.

“Vamos corrigir as falhas do Prosamim e criar um cadastro unificado e transparente da demanda por habitação de interesse social, definindo critérios claros e impessoais de prioridade para o acesso das famílias aos programas habitacionais do Estado”, afirmou Castro.

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