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Luiz Castro não abre mão da transparência no Governo

Tornar a gestão estadual transparente, é compromisso indispensável do candidato a governador do Amazonas, deputado Luiz Castro e do vice João Tayah (REDE-PSOL), na eleição suplementar de 6 de agosto. O plano de governo da coligação, prevê a reorganização e redirecionamento da administração pública com a realização de uma auditoria nas contas públicas, de revisão de contratos e a nomeação de secretários e de equipes de assessoramento, baseados em critérios de competência e de reputação ilibada.

“Temos que dar outra direção à gestão estadual, rompendo com esse círculo vicioso de 34 anos de sucessivos governos comandados por uma mesma corrente político-empresarial, que nunca deu transparência às contas do Estado e criou no Amazonas um sistema de poder excludente e concentrador de renda nas mãos de uma minoria”, critica o candidato.

Dentre as ações emergenciais, ele destaca a realização revisão de todos os contratos do Estado, a fim de identificar os gastos e corrigir possíveis superfaturamentos. “Paralelamente, implantaremos aplicativos de transparência, controle e participação social, para dar publicidade aos processos de licitação, aos contratos e gastos a serem realizados por todos os órgãos do Governo”, completa o candidato.

Luiz Castro entende a participação e o controle social como fundamentais para o combate à corrupção na gestão que ele propõe para o Amazonas, com o acompanhamento da execução orçamentária do Estado, e o compartilhamento de diagnósticos da área técnica, com a participação da população amazonense.

“Vamos implantar sistemas interativos inovadores de informação, em linguagem clara e acessível, para que o cidadão amazonense tenha acesso à arrecadação, à execução orçamentária do Estado e para que saibam o que estará sendo feito e como será aplicado o dinheiro público”, explica o candidato.

Com o redirecionamento da administração estadual, Luiz Castro considera fundamental a reorganização do sistema de licitações e de contratações, com o objetivo de priorizar as micro e pequenas empresas e as cooperativas que atuam com vários segmentos econômicos.

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