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Professores do Amazonas reivindicam reajuste salarial em frente à sede do Governo

Professores também estão apoiando a greve geral, que acontece em todo o País, contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo governo federal

Manifestação faz parte do movimento de greve geral. Foto: Sandro Pereira/ Diário do Amazonas

Professores das redes estadual e municipal de educação se reuniram em frente à sede do Governo do Estado para reivindicar o reajuste salarial da categoria. Segundo a Associação Movimento de Luta dos Professores de Manaus (Asprom), cerca de 300 professores participam do ato. Segundo a Polícia Militar (PM-AM), o número de professores é menor, 60 pessoas, até as 9h desta sexta-feira (28).

De acordo com o coordenador da Asprom, Lambert Melo além do reajuste, os professores estão apoiando, ainda, a greve geral contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo governo federal.

Professores da rede estadual e municipal protestaram em frente à sede do Governo em apoio ao movimento de greve geral e para reivindicar reajuste salarial. Leia mais: https://goo.gl/idbA5JVídeo: Gisele Rodrigues

Posted by D24am on Friday, April 28, 2017

Os professores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) estão há três anos sem reajuste salarial. Conforme o coordenador, a entidade requer do Estado o reajuste de 25%, referente à perda salarial dos últimos anos, e mais 5% de ganho real.

Na rede municipal, Lambert afirmou que a data-base está prevista para 1° de maio, mas não houve ainda o fechamento do reajuste de 12%, solicitado pela categoria.

Com faixas e carros de som os professores fecharam por alguns minutos a Avenida Brasil, no ato de reivindicação. Apesar disso, segundo o comandante do Comando de Policiamento da zona oeste, Ronaldo Brito, a manifestação se manteve tranquila durante a manhã.

Foto: Gisele Rodrigues/ Diário do Amazonas

Manifestações 

Na manhã desta sexta-feira, diversas categorias paralisam atividades na capital. Na Rotatória da Suframa,  a partir das 4h, movimentos sindicais e estudantis impediram linhas do transporte especial de chegarem às empresas do Distrito Industrial e protestaram contra políticos que votaram a favor da Reforma da Previdência. Ônibus do transporte coletivo também ficaram paralisados no local.

No Centro de Manaus, motoristas estacionaram os ônibus e cruzaram os braços a por volta das 5h, deixando uma fila de veículos que se estende do Terminal 1 (T1), até a Avenida Boulevard Álvaro Maia. Trabalhadores tiveram que deixar os ônibus e seguir a pé para as lojas e feiras da área.

Em frente a Delegacia Geral (DG), servidores da Polícia Civil também realizaram um ato contra a Reforma da Previdência.

 

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